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Pastor publica texto em defesa do heavy metal

  • marciojean7
  • 6 de set. de 2024
  • 2 min de leitura

Evangélico afirmou que já se utilizou até de canções do Slayer em suas pregações


A vida sempre provando o que a gente está careca, digo cabeludo, de saber: o heavy metal é fofo e os headbangers são uns filhotinhos de unicórnio coloridos. 😆


Ao longo do artigo para a Folha de São Paulo, Alexandre Gonçalves também conta como a música pesada e a religião podem andar juntas sem problemas. O pastor mostra isso ao citar um encontro que teve com Fernanda Lira, vocalista e baixista da Crypta, e sua relação com as letras do trio brasileiro.


"No dia que encontrei com a querida

Fernanda Lira, vocalista da banda Crypta, uma banda de death metal nacional, que faz grande sucesso fora do Brasil, tocando nos maiores festivais europeus, eu reproduzi a foto desse encontro em minhas redes. Fui xingado de todos os palavrões gospel que podem imaginar, tais como herege e belzebu.




O que esses haters não sabiam era que nosso encontro tinha a ver com gratidão, em face do impacto das letras de suas músicas na vida de minha família naquele momento complicado de pandemia. Canções como 'From the Ashes' e 'Lord of Ruins' falam da alma destruída, mas que consegue renascer em meio às cinzas."


"Diferentemente do culto de liturgia rígida e com som baixo, sendo eu pentecostal, acostumei-me ao culto mais espontâneo e livre, com som mais alto e onde se pode pular e até correr pela igreja.


Talvez por isso, minhas referências musicais sejam outras. Desde o chamado power metal do

Angra, passando pelo thrash metal do Korzus e indo até o death metal do Torture Squad, para falar apenas de bandas nacionais."


 
 
 

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